Você já ouviu falar da síndrome da vibração fantasma?
Pesquisa revela que nove em cada dez universitários relataram ter percebido o aparelho vibrar, quando não estavam | Divulgação AdobeStock

Você já ouviu falar da síndrome da vibração fantasma?

Por Movimento Fique Saudável

Tempo de leitura: 1 minuto.

Você já sentiu alguma vez como se o seu smartphone estivesse vibrando e, quando foi conferir, não estava? Pesquisadores da Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, investigaram a síndrome entre estudantes de graduação, e nove em cada dez universitários relataram ter percebido o aparelho vibrar, quando não estavam.

Estamos tão acostumados a sermos acionados pelos nossos dispositivos que acabamos até imaginando interações que nem estão acontecendo. É a chamada síndrome da vibração fantasma.

A tecnologia se tornou uma aliada e tanto na nossa vida, não é mesmo? Desde que começou o isolamento físico em razão da pandemia da Covid-19, então, percebemos o quanto recursos como as mensagens e ligações em vídeo nos aproximaram dos familiares, colegas de trabalho e amigos queridos. Pelo smartphone, também aprendemos ou aprimoramos a prática de realizar transações bancárias, fazer compras e de trabalhar.

A transformação que o mundo está vivendo passa pelas facilidades da mobilidade e da conectividade. As tecnologias disruptivas – que estabelecem um novo padrão de usos e impactos para a sociedade, como Inteligência Artificial (IA), Computação Quântica e Internet das Coisas (IoT) – estão aí e dão pistas de um cenário cada vez mais futurista. Aparelhos inteligentes serão comuns em nossas casas e podem colaborar para a melhoria da nossa saúde física, emocional, social e mental.

Mas, quanto da tecnologia que usamos hoje é essencial para a nossa vida? Quanto ela já tomou conta dos nossos hábitos, a ponto de nem percebermos como consome o nosso tempo ou nos conduzem a situações que podem gerar danos?

Somos cada vez mais demandados pelos dispositivos tecnológicos. Começa com o despertador do celular que nos ajuda a sair da cama para encarar mais um dia de trabalho. A cada segundo ou minutos, somos acionados por mensagens instantâneas, e-mails novos na caixa postal e notificações nas redes sociais. O efeito imediato dessa demanda é o constante estado de alerta.

Equilíbrio é a palavra. É necessário dosar o consumo para que ele não afete a capacidade de nos relacionarmos efetivamente com os outros. Vamos ter de exercitar a capacidade de tirar os olhos da tela e simplesmente desligar.

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Jorge Kalil
Jorge Kalil

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